Arquitetura

RAZÃO E SENSIBILIDADE

Razão e Sensibilidade nunca se opõem; ao contrário, são muitos pertinentes e assim, passam despercebidas por nossa mente. Um dos maiores dilemas existenciais do homem moderno é como jogar adequadamente com o binômio lógica x emoção.

Quando ser lógico e quando ser emocional? Como dosar adequadamente essas duas propriedades tão humanas que parecem ser antagônicas, mas que na verdade são complementares?

Qual a dosagem certa para razão e emoção em nosso viver?
 Esse assunto é muito pertinente dentro da chamada “Era do Conhecimento”, que tem como características a grande competitividade e a relação do conhecimento com a competência necessária para participar do jogo da vida, ou seja, fazer as escolhas certas que a vida nos exige.  E é justamente nesse cenário que começamos a encontrar as respostas para essa questão. A psicologia nos diz que não somos capazes de absorver conhecimento, mas sim de construí-lo. Em outras palavras, conhecimento não se transfere se constrói. Então vem a pergunta infalível: como se faz isso?

A equação é simples: conhecimento = informação + sentido + afeto. Ou seja, só conseguiremos construir conhecimento se percebermos o sentido da informação e conseguirmos criar com ela algum tipo de ligação afetiva.

Embora parecendo antagônica, perceba-se: razão e sensibilidade reunidas terão sempre um propósito comum. É assim no trabalho; a pessoa trabalha melhor ao associar sua atividade à percepção do valor do mesmo (sentido) e a criação de uma ligação emocional o afeto).

Há muito de razão e sensibilidade na sua opção por reinventar-se como vendedor. Ver de novo tudo que acreditava já ter aprendido e redescobrir o valor de estar na batalha como objeto de transformações permanentes.  Buscar “viver e não ter a vergonha de ser feliz. Cantar e cantar, a beleza de ser um eterno aprendiz… e acreditar que a vida é bonita, que ninguém quer a morte, só saúde e sorte”, como cantava Gonzaguinha.

A vida do vendedor de imóveis, seguros, cartões de saúde, consórcios e tantos sonhos, não têm limites nem fronteiras. Ele vai aonde o sonho existir e for cultivado, em qualquer tempo e lugar.  É esse vendedor quem opera a transformação dos sonhos em realidade, portanto, será sempre bem acolhido desde que se reconheça como tal.

Não importa muito de onde você vem. Importante mesmo é saber aonde você quer chegar. Os caminhos percorridos podem ter sido íngremes e poeirentos, porém, lhe trouxeram ao hoje, ante uma encruzilhada em que o vivido e o sonhado se unem e lhe cobram uma definição. Racionalmente ante as experiências sofridas, e com a sensibilidade de entender que é preciso corrigir a rota, você se dispõe e submete-se ao viver; e assume tudo outra vez como Belchior nos versos da canção homônima: “eu sou apenas um estudante da vida que eu quero ter”.  Então, vamos em frente que a vida não para.


PÁGINA DE REFLEXÃO:

PACIÊNCIA

  (Lenine)

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma

Até quando o corpo pede um pouco mais de alma

A vida não para;

Enquanto o tempo acelera e pede pressa

Eu me recuso faço hora vou na valsa

A vida é tão rara…

Enquanto todo mundo espera a cura do mal

E a loucura finge que isso tudo é normal,

Eu finjo ter paciência.

E o mundo vai girando cada vez mais veloz

A gente espera do mundo e o mundo espera de nós

Um pouco mais de paciência.

Será que é tempo que lhe falta pra perceber?

Será que temos esse tempo pra perder

E quem quer saber

A vida é tão rara (Tão rara)

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma

Até quando o corpo pede um poucomais de alma

Eu sei, a vida não para (a vida não para não)

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AUTORES: Tadeu Nascimento e Rosemberg Pires.