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ENGEXATA | A REFORMA DA PREVIDÊNCIA E SUA REPERCUSSÃO NO MERCADO IMOBILIÁRIO

Eu não tenho nenhuma dúvida que a retomada do crescimento após a aprovação da reforma da previdência vai acontecer e mudar substancialmente a crise imobiliária que já chegou ao seu fim! A procura por imóveis já se encontra equiparada com a oferta e em 2020 a oferta será menor que a procura, por isso compre agora em 2019.

Isso porque, o resultado da sua votação poderá definir o futuro do país e o rendimento dos ativos do mercado financeiro.

Apesar de que a reforma da previdência foi bem recebida pelos analistas e investidores, ela ainda terá que passar pelo Congresso e Senado, ou seja, está sujeita a mudanças e votações.

Portanto, a primeira recomendação é: esteja preparado e atento às oportunidades que as incorporadoras estão dando no momento!

Algumas das ofertas da Engexata vão gerar ganhos financeiros nos próximos 3 anos que podem superar em muito qualquer aplicação financeira!

Com a reforma da previdência o Governo começa a liberar recursos para obras e investimentos e o mercado muda e aquece rapidamente!

Exemplo de mudança no mercado é a procura por aluguéis. Imóveis compactos chegam a gerar 1% ao mês de retorno do capital investido!

Planeje a sua compra com a ajuda de Corretores de Imóveis. Se você ainda tem qualquer dúvida que isso vai acontecer, basta verificar a previsão da taxa Selic que vai cair novamente.

Entender o que é a reforma da previdência é essencial para fazer bons investimentos em 2019, principalmente em imóveis prontos, novos e juridicamente perfeitos!

A medida foi colocada como uma das prioridades do governo de Jair Bolsonaro e seu relatório já aprovado com ampla maioria de votos.

ENTENDA:

Basicamente, a reforma da previdência visa ajustar o sistema previdenciário atual, datado de 1988. Apesar das mudanças realizadas nos mandatos anteriores, o rombo em 2018 chegou a R$ 290,2 bilhões.

A tendência é de que este déficit aumente nos próximos anos. De acordo com a Consultoria Legislativa do Senado, em 2026, as despesas com as aposentadorias deverá consumir cerca de 80% do orçamento federal.

Por isso, a aprovação da reforma da previdência é vista como uma das alternativas para a recuperação sólida do país.

É preciso entender que a proposta atual pretende frear o rombo. Segundo os cálculos apresentados pelo governo, a economia estimada é de R$ 1,16 trilhão em 10 anos.

O mercado tem visto essa reforma como mais abrangente e robusta e do que a realizada durante o governo Temer. Em muitos casos, há corte de privilégios. Ela é apresentada em um momento crucial para o Brasil. Atualmente, o país está em crescimento e há expectativas positivas para 2019, em relação ao PIB, diminuição do desemprego e volta do aquecimento do mercado imobiliário.

AFINAL, O QUE MUDA COM A REFORMA DA PREVIDÊNCIA?

A reforma da previdência tem como principal objetivo reduzir o seu déficit atual e futuro. Além disso, ela deverá modernizar o sistema previdenciário, tornando-o mais compatível com a expectativa de vida no Brasil.

Como sabemos, a população brasileira está envelhecendo e a população economicamente ativa não têm conseguido sustentá-lo.

Atualmente, o gasto com o pagamento das aposentadorias é maior do que o arrecadado dos trabalhadores.

Em apenas um ano, o rombo da previdência aumentou em cerca de 8%. O maior responsável pelo crescimento das despesas foi o pagamento de aposentadorias do setor privado, que subiu 7%.

Com este ritmo de crescimento das faixas etárias, as projeções indicam que as gerações atuais vão receber muito menos que os aposentados de hoje.

A reforma da previdência vem justamente para evitar esse cenário futuro. A proposta é adequar o tempo de serviço às expectativas de vida atuais dos brasileiros.

Além disso, um dos objetivos é um cálculo de valor da aposentadoria mais justo. Para você ter ideia, o teto atual é de R$ 5.400,00, que é recebido por apenas 5% do total. Por outro lado, 80% dos aposentados têm acesso a um salário mínimo.

Na economia, a reforma da previdência influenciaria na retomada da atividade, principalmente no equilíbrio das contas públicas e no crescimento do PIB.

Outro ponto a favor dela é a manutenção dos baixos juros. A expectativa do mercado é de que a taxa Selic continue no patamar de 6,50% ao ano. Já a inflação tenderá a cair abaixo dos 3,50% a.a.

Além disso, a reforma da previdência poderá aumentar a confiança do empresariado nacional e estrangeiro, o crescimento poderia ser mais forte, o que atrairia mais investidores para o país.

Após o Fórum Econômico Mundial de Davos, os investidores internacionais e outras nações aguardam os ajustes do sistema previdenciário para retornar o interesse ao Brasil.

No cenário atual, onde não há certeza sobre a aprovação da reforma, muitos estrangeiros ainda veem riscos elevados no país.

O câmbio também poderá sofrer influência. A projeção é de que ele fique mais equilibrado e o Brasil seja visto como capaz de controlar os gastos públicos.

SISTEMA ATUAL X COM A REFORMA

Haverá mudanças em todas as áreas, a aprovação da reforma da previdência é vista como essencial para a recuperação do Brasil.

Para entender o porquê disso, você precisa conhecer as diferenças entre o sistema previdenciário atual e com a reforma. Confira:

1. Idade mínima para trabalhadores do setor privado e servidores públicos.

Regra atual: para os homens a idade mínima é de 65 anos e para as mulheres é 60. Para os servidores públicos a idade mínima é 60 anos para os homens e 55 para as mulheres.

Nova regra: para os trabalhadores do regime privado e público, a idade mínima será de 65 anos. Já para as mulheres de ambos regimes de trabalho, a idade mínima será 62 anos.

2. Idade mínima para policiais, federais, agentes penitenciários e socioeducativos.

Regra atual: por tempo de contribuição.

Nova regra: para homens e mulheres, a idade mínima para se aposentar será de 55 anos.

Nova regra: não há idade mínima, mas sim o tempo de contribuição. Para os trabalhadores urbanos, homens e mulheres, o tempo mínimo de contribuição são 20 anos. Já os servidores públicos, de ambos os sexos, deverão contribuir por, no mínimo, 25 anos.

3. Idade mínima para professores

Regra atual: hoje, a idade mínima para homens é 55 anos e para as mulheres 50 anos.

Nova regra: a idade mínima para os professores de ambos sexos será de 60 anos.

4. Idade mínima para trabalhadores rurais

Regra atual: hoje, a idade é de 60 anos para os homens e 55 anos para as mulheres.

Nova regra: a idade mínima de 60 anos para ambos sexos.

5. Tempo de contribuição para os trabalhadores do setor privado

Regra atual: 35 anos de contribuição para os homens e 30 para as mulheres.

Nova regra: 20 anos para a aposentadoria parcial (60%) e 40 anos receber a totalidade do benefício.

6. Tempo de contribuição para os servidores públicos

Regra atual: 35 anos de contribuição para os homens e 30 para as mulheres.

Nova regra: 25 anos para obter a aposentadoria parcial (60%) e 50 anos de contribuição para a total.

CÁLCULO DA APOSENTADORIA

Outro ponto que muda com a reforma da previdência é o cálculo do valor da aposentadoria. A regra atual depende do critério que o trabalhador irá utilizar para obter o benefício.

Aposentadoria por tempo de contribuição, tem a famosa regra 85/95, que dá direito a parcela total. Há também o fator previdenciário que diminui a alíquota recebida.

Já no critério da idade mínima, o aposentado recebe 70% da média dos salários atuais mais 1% por cada ano pago à previdência.

A reforma da previdência propõe o desuso da regra 85/95 e do fator previdenciário. Para receber 100% da aposentadoria será necessário contribuir por 40 anos. Caso contrário, recebe-se o valor parcial, que por sua vez, inicia com 20 anos de contribuição para obter-se 60% dos ganhos médios dos anos trabalhados.

Cada ano a mais contribuído, o valor da aposentadoria subirá 2%. Então, para receber 100%, o contribuinte deverá contribuir com a Previdência durante 40 anos. Se contribuir mais, poderá receber acima de 100%.

REGRAS DE TRANSIÇÃO

Uma das dúvidas mais frequentes sobre a reforma da previdência são as regras de transição. A maioria dos trabalhadores atuais iniciou sua contribuição durante o regime atual e será submetido ao novo. Já quem entrar agora, terá a oportunidade de escolher um sistema de capitalização para própria previdência.

Veja as propostas:

Transição 1 – Tempo de contribuição + idade: será uma regra semelhante a atual, a fórmula 86/96. O trabalhador será que alcançar uma pontuação entre a sua idade e o tempo de contribuição.

Transição 2 – Tempo de contribuição + idade mínima: A idade mínima para os homens será de 65 anos e para as mulheres, 62 anos. O tempo de transição ficará em 8 anos para os homens e 12 para as mulheres.

Transição 3 – Tempo de contribuição: esta regra será aplicada apenas aos trabalhadores que necessitam de cerca de 2 anos para completar o tempo mínimo de contribuição de 35 anos para os homens e 30 para as mulheres. Neste caso, haverá um pedágio de 50% sobre o tempo restante. Assim, se uma pessoa necessita de 2 anos para se aposentar, terá que trabalhar 3 anos.

BENEFÍCIO DE PRESTAÇÃO CONTINUADA (BPC)

Na proposta da reforma da previdência, os idosos terão que aguardar até os 70 anos para receber o BPC. Para os deficientes, as regras continuam as mesmas.

O governo propõe o pagamento de R$ 400,00 mensais a partir dos 60 anos para pessoas com renda mensal per capita inferior a 1/4 do salário mínimo.

MULTA DE 40% DO FGTS

A proposta prevê que o empregador não terá mais a obrigação do pagamento de 40% sobre o saldo do FGTS para os empregados já aposentados pela Previdência Social. Ele também não será mais obrigado a recolher o FGTS destes trabalhadores.

CRIAÇÃO DO UM NOVO SISTEMA DE CAPITALIZAÇÃO

A reforma da previdência também abre a oportunidade ao trabalhador de escolher como a sua aposentadoria será capitalizada. Isso será válido apenas aos que iniciarem no novo regime.

Apesar de que o sistema não foi detalhado, a expectativa é de que bancos e empresas que ofereçam previdências privadas possam competir com o sistema de captação atual.

Desta forma, o trabalhador poderá escolher o mais conveniente às suas necessidades. Já o INSS deverá se adequar à concorrência e oferecer serviços de melhor qualidade.

MUDANÇA NA ALÍQUOTA

A proposta enviada ao Congresso prevê mudança na cobrança da alíquota de contribuição previdenciária. Basicamente, quem ganha mais, terá que pagar uma fatia maior para receber a aposentadoria.

Além disso, foram criadas mais faixas de contribuição em relação aos salários. Para os trabalhadores do regime privado, atualmente, funciona da seguinte forma:

Faixa salarial Alíquota
Até R$ 1.751,81 8%
De R$ 1.751,82 até R$ 2.919,72 9%
De R$ 2.919,73 até R$ 5.839,45 11%

A reforma da previdência prevê as seguintes mudanças:

Faixa salarial Alíquota
Até R$ 998,00 7,5%
De R$ 998,01 até R$ 2 mil 7,5% a 8,25%
De R$ 2.001 até R$ 3 mil 8,25% a 9,5%
De R$ 3.001 até R$ 5.839,45 9,5% a 11,68%

Fonte: PSL

Todos os investimentos financeiros estão sujeitos aos efeitos das mudanças, então você já pode concluir que comprar um imóvel é o tipo de investimento mais seguro.

Fica a dica: compre um imóvel o quanto antes!

Rosemberg Pires | Gerente de Vendas da Engexata Engenharia